O cenário global amanheceu sob forte tensão com o agravamento de conflitos em duas frentes críticas. Na Europa Oriental, a Rússia desferiu aquele que está sendo considerado o ataque mais letal deste ano contra a Ucrânia. Uma combinação de mais de 600 drones e mísseis atingiu diversas cidades, incluindo a capital Kiev, deixando pelo menos 17 mortos e dezenas de feridos. Em contrapartida, drones ucranianos atingiram o porto russo de Tuapse, no Mar Negro, evidenciando que a guerra, já em seu quinto ano, não dá sinais de arrefecimento nas linhas de frente.
No Oriente Médio, o clima é de uma “paz equilibrada por um fio”. Enquanto os Estados Unidos sinalizam flexibilidade nas negociações com o Irã para um possível acordo nuclear e cessar-fogo, o diretor da Agência Internacional de Energia (AIE) disparou um alerta preocupante: a Europa tem combustível de aviação para apenas mais seis semanas caso o conflito na região se agrave. O mercado financeiro acompanha cada passo dessa negociação, que hoje inclui uma histórica — embora incerta — tentativa de diálogo por telefone entre líderes de Israel e do Líbano.
Outros destaques pelo mundo:
-
Crise Energética: O barril de petróleo Brent opera estável abaixo dos US$ 100, mas a volatilidade depende inteiramente do sucesso das conversas entre Washington e Teerã.
-
Justiça e Política: Nos EUA, a soltura de Alexandre Ramagem após dois dias de detenção repercute internacionalmente, enquanto Donald Trump segue trocando farpas públicas com o Vaticano e o Papa Leão XIV.
-
Tragédia na Bolívia: As autoridades investigam um “voo fantasma” após um avião cair no país; a suspeita é de que a tripulação tenha perdido a consciência por despressurização antes da queda.




